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20/8/2008
Invisível
Pode até ter se fechado, mas ali abriu a porra de um buraquinho, se eu não sair pelo menos formigas hão de entrar.
E foi por ai que seu pensamento começou a rodar em alta velocidade, em descontrole, em parafuso. As coisas pareciam não ter solução, mas havia ainda ali aquele buraquinho.
Mas cadê a porra da janela que há de abrir sempre quando a porta esta fechada?
Talvez esteja escuro de mais aqui. Talvez tenha gente de menos aqui e nenhuma marreta a vista, afinal no escuro não dá pra se enxergar nada.
Pessoas passam despercebidas e sorridentes do seu lado e ela parece tão invisível e ao mesmo tempo digna de dó e “Ups!” quando alguém por acaso se esbarra, com desculpas de quem jura que não se esqueceu apenas deduziu outro porquê fazem cara de desconforto confortável. As coisas tendem a aparecer em dias mais escuros.
Mas tudo bem ela parece estar levantando e caindo de forma rápida um contra o outro e ao mesmo tempo.
Mas cadê a porcaria da janela!?
Senta.
Espera.
Deita e ri.
Não há mais o que fazer mesmo. Esbanja umas lágrimas por ai durante o dia, mas ainda tem aquele ar de “palhaça”, de quem veste a carapuça que te serviu para se esconder dos outros, ou de si mesma.
Tem gente passando ali fora, rápido e com notícias boas, ligeiros e com segredos à toa, e se eu gritasse?!
Acontece que às vezes parece me tão inútil... É como ler essas palavras e achar que entendeu... Como ver dois traços em uma tela e achar surreal.. Como saber voar e preferir ficar aqui sentado como o pica-pau, como se a vida estivesse boa.
Passou de novo! Será que a janela está ali?!?!
posted by Gabí at 10:41 AM | in:
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11/8/2008
Ainda existe alguém aí?!
Sentimentos de dias comerciais já não tão significativos.
Chorei vendo propaganda de margarina.
 
Não só apaguei o dia de ontem como fiz dele um dia comum. Queria ter acordado em um conto de fadas, daqueles em que a gente ama. Estranho olhar agora e ver que, justamente eu, me esqueci o quanto seria importante pra você ganhar um abraço, mas eu não consegui dar. Um beijo de bochechas foi o suficiente pra saber o quanto  ainda estou machucada e não consigo disfarçar a frieza com que te trato e como tudo ficou tão impuro.
Doeu muito após eu virar as costas e cruzar a porta da sala. Então passei o dia todo tentando ser feliz ou menos triste. Coloquei de novo aquela minha armadura  e acredito que ainda não tirei.
Passou e eu estou com muita vontade de chorar, menos do que antes, mas pior do que todas as vezes que tive vontade de chorar. Chorar por não sentir deve ser a pior sensação do mundo. Deve maltratar. Mas no fundo ainda acho que te amo! Mas o “eu te odeio” soa mais forte do que nunca em dias assim, que poderiam ser diferentes.
 
---
 
Um assassinato que pareça suicídio!
 
Quero que sofra
Que chore sem por que
Morra aos poucos sem saber a razão
Como eu
E mesmo que peça perdão sucessivamente
Que nunca seja perdoado
Porque mágoas saem do rosto
Não se apagam assim como você quer.
Um assassinato que pareça suicídio!
A razão de tudo o que acontece.
Foi você a causa e o único motivo
Não deu... Não dá valor a quem tem
Por que?
O que te falta eu não sei.
Já que não consegue ser fiel, prefira a lealdade.
Ser leal é um dom que te faltou
Sim, o que te falta é lealdade.
Mentiras
Intrigas
Dor
Mágoas
Arrependimento.
O sofrimento é a única coisa que sabe causar?
Um assassinato que pareça suicídio!
Pelas costas eu choro
Mal digo
Pergunto
Por quê?
Aos teus olhos eu rio
“Esqueço”
E me pergunto
Pra que?
Era pra ser o Herói
Heróis morrem e ressurgem
Mas você esqueceu de ressurgir
Ficou “A morte do Herói”
Um assassinato que pareceu suicídio!
Mas o amor é um sentimento besta
Inexplicável
Nojento
Cruel
A gente ama por amar
E eu te amo
Um assassinato que pareça um suicídio
Vou te “matar”,
Dessa vez eu vou conseguir te matar
E a culpa é sua!
posted by Gabí at 09:21 AM | in:
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16/7/2008
vendendo celular
Bom dia, posso ajudar.
Opa, mano... vim vê um celula, beleza!
_”afinal aqui não vende lenço e boné”_ Sim senhor, qual modelo está procurando?
Senhor não, meu, haha... pode me chama e Cleversu.
Tudo bem, Cleverson.
Não é Cleversu, mesmo, mina!
Ah... rs
A meu queria um desses que fazem de tudo, ta ligado,... Foto, vídiu, mais tem que te mp3.
Certo. Tenho muitos modelos assim _Ai ele podia comprar um monofônico_
Olha tenho esse.
Da hora mano.
Sim, sim. E além de muitos aplicativos vem com cabo, cartão de memória e FONE.
Certo, mas e aquele ali, oh!?
Aquele?!
É?
Mostruário. Mas tenho esse. Também com tudo que você ta procurando, e está com um preço muito bom. E vem com FONE, de graça. E no plano...
Ah, meu eu queria aquele ali bem mais bacana tá ligada!
Sim, sim.
Posso ver?!
Olha tem esse outro, não gostou desses modelos? Olha todos esses com muito aplicativos, cartão de memória e FONE... DE GRAÇA, se eu falar com o gerente dá pra ver até um desconto em alguns modelos.
Ah, gostei daquele ali.
Olha meu rapaz, você vai comprar um FONE avulso?
Não!
Então pode ir saindo, “MANO”... Aquele modelo não vem com fone.
Mais...
Mas, é o caraleo. Vai pra puta que o pariu, depois, eu que trabalho o dia todo no comércio, atendendo gente chata, trabalho aos sábados, feriados, dia santo e tudo mais, tenho que agüentar gente como você ouvindo RAP no ônibus sem fone.
Ai, mano! A tia ta loca, meu!
Loca é o cacete, vai sai logo. Vai... vai... vai.
 
 
É exatamente assim que deveriam funcionar as vendas de celular.
 
 
.::. ao pé do ouvido _ There Goes My Gun - Pixies
posted by Gabí at 09:31 AM | in:
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10/7/2008
Pois é Joăo ...!
Aos que muito me conhecem sabem que não sou lá a filha que papai e mamãe pediram a papai do céu. Tenho uma convivência mínima com eles, sou pouco comunicativa e muito observadora e às vezes a palhaça de plantão com humor negro que solta pérolas enquanto faz um lanche na cozinha.
É muito raro estar apita ao convívio familiar e quando isso acontece perco logo a paciência e caio fora. Não que eu não goste deles, assim, com batatas deve ser bom, mas tenho alguns motivos que me levaram a isso e que não cabem nem no mais pessoal dos blogs.
Mas uma coisa cabe. Aconteceu ontem.
Foi feriado e como em quase todos eles passei o dia todo em casa, primeiro por não gostar de perambular por Marília, afinal não tem nada a se fazer por aqui em dias santos, fim de semana, feriados e dias úteis e depois que havia bebido além da conta na noite anterior e queria ficar quietinha. Acordei mais ou menos a uma da tarde e fui levantar lá pelas duas. De pijama, meia e chinelo, como permaneci durante todo o dia, fui até a cozinha fiz um copão de leite, mandei um antigripal goela a baixo e fui pra sala. Dei de cara com o último Harry Potter e mandei ver.
Passei horas pausando o filme e perambulando da sala pro banheiro – gripe é foda, nem sabia que cabia tanta coisa em meu nariz – é, eu sou fina – e quando terminei o filme pensei: Merda, muito ruim esse último, faltaram uns efeitos como no anterior.
Sai da sala, já nem lembro que horas eram, cumprimentei minha cunhada, falei tchau pra minha mãe e fui pro meu quarto, afinal a casa já estava habitada por pessoas estranhas que moram lá.
Passa tempo, tempo passa e eu deitada, numa monotonia que só assistindo Malhação e vendo que odeio mesmo essa novelinha babaca.
6h: 12min.
Vou ligar pro Fernando!
Não atende...
De repente a porta abre, mas ninguém se manifesta do lado de fora. Entra aquele vento frio – eu durmo na edícula e a porta do meu quarto dá pro quintal – Passam uns 30 segundos e nada. Em dias de fúria, que não são poucos, já mandaria um educado: Vai ficar aí olhando? Se for, por favor, to sem tempo. Tira o rabo e fecha a porta que tá frio! Mas resolvi esperar. Então aparece um pé, depois uma mão e a cabeça em seguida, meu pai. Pensei: Lá vem! E sem nenhuma palavra, separa três pedaços de uma barra de chocolate e joga na cama perto de mim, vira, sai e fecha a porta e daí e pensei de novo: será que agora é a hora em que eu abano o rabo?
Comi o chocolate, o Fernando ligou e fui tomar banho.
 
 
.::. ao pé do ouvido – Onze dias – Los Hermanos.
posted by Gabí at 11:08 AM | in:
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3/7/2008
E quando vocę menos espera...
... vem um urubu defeca na tua cabeça. E tome muito cuidado, urubu costuma agir em bando...
 
Mas falando do que realmente interessa, por que este post não tem nada a ver com urubu, ou tem. (dedo indicador e polegar pra baixo e pra cima)
Vinha eu, mísera mortal, caminhando e cantando (literalmente) até o escritório depois do almoço, quando recebo um papel e penso:
Filha da puta, eu falei obrigada e ele não se tocou, caraio, terei que carregar essa porcaria até o escritório. Cadê o lixo? Merda!
É eu ando com um humor entre TMP dramática a psicopata, e alternando... E como lixo é um instrumento ineficiente, motivo de a prefeitura ignorar a colocação de tais pelas calçadas – afinal tem gari aí pra quê? – enfiei o danado do papel no..., não minha gente, calma, foi no bolso e continuei minha insanidade ao som de alguma coisa que tocava em meu celular/walkman/relógio/despertador. Quando me lembrei de jogar o miserável papel no lixo me deparei com isso...
Estão vendo como são as coisas, Amigo Leitor. Ainda bem que não achei um lixo! Só pode ser um aviso! Só pode ser o destino! Agora vai!
 
Falando sério agora. Vê se eu mereço?!?! Não sei vocês, mas eu prefiro passar Minancora.
 
 
 
.::. ao pé do ouvido – Capim Guiné – Raul Seixas
posted by Gabí at 11:36 AM | in:
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30/5/2008
Adeus, Sr. Sol!
Podem me chamar de louca, perturbada, idiota ou somente BESTA, como a Érica teima em me classificar, mas eu realmente adoro o frio.
Hoje estava argumentando para a Érica que o frio é bem melhor, mais gostoso e... Mais gosto e ponto final.
Eu acordo feliz... Não por ter que acordar, mas por lembrar que não estarei com a roupa grudada de suor assim que chegar ao escritório, as 08 da manhã.
Trabalho feliz... Não por trabalhar, mas por saber que a partir das 15:30 aquela bola de fogo fidumaégua não estará bem na minha testa o que me força a fechar a janela e a cortina e morrer de calor com ela ainda batendo na janela, tornando minha sala uma sauna.
Vou pra faculdade de feliz... Aqui simm por ir pra faculdade, acredite tenho ótimo motivos pra ficar feliz por isso. As salas da Unimarrrrrrrrr são terrivelmente quentes e abafadas, tudo melhora com o frio
E por último, porém não menos importante
Vou pra casa feliz, DEFINITIVAMENTE, não por ir pra casa, se pudesse não iria... Mas por saber que meu quarto mesmo no inverno é quentinho e no verão é insuportavelmente quente e abafado, um inferno particular... E sei que vou tomar banho ‘correndinho’ e deitar de baixo dos edredons.
Isso tudo sem contar outras grandes pequenas coisas... Como uma companhia agradável de baixo do edredom, um bom filme com chocolate quente... Só o chocolate mesmo... Jogar video game e beber uma cerveja com os amigos... hummmm
 
‘Diliça’ é o frio!
 
.::. ao pé do ouvido – Holiday – Green Day
posted by Gabí at 03:42 PM | in:
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27/5/2008
Por que tem dia que é foda.
Crise existencial permanente?!?!
É... talvez.
Creio que a melhor coisa a fazer é chorar.
Existem coisas que parecem não passar nunca, só me falta descobrir essas coisas.
Sonhos estranhos e falta de pensamento positivo.
Tudo muito bem e de repente, tudo muito mal.
Não sei mais como organizar esse tipo de coisa e tenho medo que faça o “saco alheio” encher e me mandar pra PQP.
Das veis” não sei, creio que o melhor que tenho a fazer é chorar mesmo.
posted by Gabí at 11:48 AM | in:
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26/5/2008
"Que eu tava aflita de te contar..."
Os médicos diziam que ela havia surtado - Foi envolta por desespero não podendo ter a clareza de que não haveria volta.
Mesmo de olhos fechados, parcialmente inconsciente, era capaz de participar dos fatos, ouvir a cada boato dentro daquela pequena sala branca, rosa, azul, esverdeando. Um conjunto de cores, formas e sombras que iam e viam cada vez com menos freqüência, mas não paravam de existir.
Em um breve instante eterno, afinal o tempo já não lhe era real viu sua mãe sentada à cabeceira chorando e se esforçando para entender tal ato desesperador. Era digna de dó, sim dó, não vejo o por quê de não sentir dó, um sentimento digno e igual a todos os outros. Seu pai parecia entediado e reclamava das altas contas, não que havia falta de amor, mas sim uma alta freqüência de culpa com taxas de sentimentos confusos, ele nunca fora controlador de sentimentos. Seus irmãos pareciam não acreditar, em choque, e seu namorado simplesmente desaparecerá dali, como deveria ser.
Ainda entre as sombras e cores alguns flashs a vinham visitar, cenas do que havia acontecido, aqueles homens, aqueles rostos, e o desespero de nada poder fazer pra se livrar da crueldade do desejo infundado, do prazer a qualquer custo. Talvez o nojo a tenha levado a cometer a brutalidade dos ferimentos.
Médicos, enfermeiras e pacientes sussurravam pelos cantos - O desespero de ser violentada a levou a isso! Viu só o desespero dela ao chegar aqui?!? Talvez tivesse até arrependida, mas foi um ato desesperado! – alguns apostavam em sua loucura e devaneio, afinal conseguira ir sozinha ao hospital. Mas quem a conhecia sabia bem que ela nunca conviveria bem com isso e só quis acabar com tudo antes da loucura real.
Começou a sentir saudade e de um choro suave veio um breve despertar, sentiu um aperto forte em sua mão e uma voz que queria muito ouvir uma voz de esperança, mas ela sabia que não havia volta e num suspiro de força falou baixinho – Meu amor, meu chão, minha segurança, desculpa! Mãe, pai amo vocês! – retribuiu o aperto em sua mão, voltou a fechar os olhos sentiu um peso em seu peito, como se alguém a abraçasse forte, uma lágrima correu pelo seu rosto, mas não havia luzes, nem sombras, nem vozes, só o resto de um sentimento de culpa por não poder voltar atrás.
 
.::. ...
posted by Gabí at 11:17 AM | in:
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21/5/2008
Eu, eu mesma e o livro do meu avô
Se não foi nessa versão foi na mais antiga, mas já falei sobre tão deliciosa “obra” aqui no PPZ. Um livro escrito por meu avô antes de morrer. Praticamente uma autobiografia que acharam – filhos – em sua casa. Uma delícia literária cheia de manias e trejeitos da época, do seu gosto primeiramente imposto pelo ramo farmacêutico e pela família, uma peça de cunho muito pessoal e uma visão maravilhosa de uma vida curta, mas produtiva.
Eu me dei de metida ou emo, chamem como quiserem, e como estou digitando tal história resolvi escrever uma pequeno prefácio ou alguma coisa assim.
 
Era uma vez uma casa com um banco de jardim de baixo de um caramanchão de primavera que traziam lembranças íntimas.
E a banheira verde oliva na qual ‘nadávamos’ por horas até que mamãe vinha brigar.
Era uma vez o:  “- Maria, sai da lata!” e o restaurante do Hotel onde nos levava para almoçar quando íamos até sua casa.
O primeiro furo na orelha e a caricatura de um farmacêutico simpático.
Os bolos trazidos pelo tardar da hora. Sempre atrasado, mas especialmente especial.
Alegria.
Era uma vez a casa dos girassóis e a casa do “pereirinha” onde também ficavam seus discos. Girassóis que brilharam até o dia em que você os apagou e foi embora.
Lembro-me como se fosse hoje, com os pés descalços da calçada em frente via de longe uma cena que não entedia só me lembro que era triste.
Na casa dos girassóis não teria mais a paçoca em cima da geladeira e os olhos vidrados em frente à cristaleira paquerando os bonequinhos feitos de ‘burca’ e aquele disco do Chico que me tirava gargalhadas pelas ameaças à Geni.
Coisas, que quando criança, ficam no lugar da tristeza de um adeus eterno, boas lembranças.
 
Não sei se está bom, só sei que ontem deitei para dormir e me veio uma saudade imensa do que poderia ter sido se não acabasse tão cedo. Uma saudade estranha do que não aconteceu e de como seria importante hoje termos ele perto da gente. Tanta coisa mudou e tanta coisa vai mudar e às vezes só queria saber como seria se não tivesse sido assim.
 
 
.::. ao pé do ouvido _Uma Palavra_ Chico Buarque “Deus” de Holanda
posted by Gabí at 02:55 PM | in:
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14/5/2008
E eu voltei pra faculdade – Parte 2.792
E lá vou eu de novo me aventurar e tentar, enfim, terminar minha Faculdade de Cirurgiã Publicitária.
Quase a maioria das pessoas com a minha idade e meu tempo de “estudo superior” estaria no mínimo mestre dando aula ou então não fazendo nada mesmo, pois o negócio nem é muito terminar a faculdade e sim arrumar uma boa colocação.
Mas vamos por parte.
Bem voltei e já estou agrupada para meu 3º TCC.
O grupo é bacana, assim de vista e pouca conversa. É foda chegar como veterana mais nova sendo mais velha e... ah... complicado. O pessoal olha torto, analisa, te mede e no fim acaba te aceitando, afinal o que pode acontecer de ruim é eles não irem nenhum pouco com aminha linda fuça e me mandar caçar coquinho.
O cliente - Conti Assis. Um time de basquete patrocinado firmemente pela Conti, sim a cerveja. 1ª divisão do campeonato brasileiro, blá blá blá... Não sei também lá muita coisa sobre o cliente. Afinal peguei literalmente o bonde andando e amontoei a buzunfa na janelinha, não que isso seja lá grande coisa, mas deixemos descrições físicas de lado.
Gostei, assim também olhando por cima. É uma coisa diferente do que já fiz. Marketing esportivo. Nunca me imaginei no meio disso, de verdade, mas estamos aí pro que der e vier.
 
Espero que dessa vez deslanche e que em Janeiro eu beba meus 8 anos de facldade. E tenho dito.
 
.::. ao pé do ouvido – exatamente NADA
posted by Gabí at 05:29 PM | in:
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12/5/2008
E livrai-nos de todos Mala Men.
E passou mais um Dia do comércio da Mães.
Já havia jurado a mim mesma que jamais iria me aventurar em dias festivos capitalistas ainda mais no comércio de Marília
Motivos?
1º os vendedores parecem não gostar muito de trabalhar aos sábados (não que trabalhar aos sábados seja NOOOOOSSA que legal, mas é comércio e eles sabem que funciona aos sábados)
2º todo mundo tem a mesma mania que eu. Tudo feito ao último soar das trombetas.
3º e acredito que último, as pessoas e sua mania de comunicação de guerra...
Alto Falantes
Palhaços
Músicas da modinha
Palhaços
Caras doando algodão doce nas lojas e ocupando metade a calçada
Palhaços
Pessoas que param pra ver vitrines no meio da rua
Palhaços
Lojas abarrotadas de gente que vê, experimenta e bloqueia o atendimento de quem já foi decidido a comprar aquilo e ir embora
Palhaços
Distribuidores de rosas
Palhaços
“Você já tem um cartão Riachuelo?”
Palhaços
“Você já tem uma cartão Pernambucanas?”
Palhaços
E o mais grave de todos, palhaços que sabem o meu nome por que trabalhei no comércio e era responsável por contratá-lo.
Mas tem o calçadão agora...
Ahhh, o calçadão!!! O calçadão comercial é um bom lugar. Uma via totalmente pedestre que ajuda um tanto na escolha pessoal. Quer olhar vitrine ande nos cantos, quer andar mais rápido e ir somente à loja que tem em mente, ande pelo centro e chegará mais rápido, mas não aqui em Marília. Que para a burrice governamental/ comercial da cidade calçadão é apenas o sinônimo de calçada grande e ai de você se atrever a ir pelo centro será atropelado com certeza, mas sem grandes estragos, afinal com a rua estreita dá pra imaginar o trânsito!!!
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Falando em mala...
 
Afe!
Olha eu respeito, sinceramente, tudo o que o Roberto “eu Sou Um Cú” Carlos representa pra música brasileira, todo o ícone e confesso que tirando as mulheres gordas, de óculos e feias em geral que ele insiste em “homenagear” – queria ver ele pegando uma gordinha – e as “como eu sou religioso” gosto de suas músicas, algumas até me fazem chorar fácil, fácil. E olha que eu sou bruta, heim!!!
Mas o cara é uma mala sem noção e insuportavelmente insuportável, me dá ânsia.
A pior de todas suas pérolas foi ter ganhado uma SENHORA reforma em seu calhambeque bibi do Tio Fitpald e não ter ido receber somente por que dia 6 não é um bom dia para surpresas.
PUTA QUE O PARIU.
É um merda dos grandes mesmo.
O carro ficou, vamos dizer em boas palavras um fia da puta de um calhambeque, o Fit soube fazer a coisa certa, eu – gosto não se discute – dispensaria o cano de descarga posto ao lado e as rodas de Audi, mas como gosto reeeeeeeeeeeeealmente não se discute. A cor, Azul Terno Especial da Rede Globo, também ficou muito boa, bem melhor do que a cor original do carro. Ficou lindo.
 
By yeeeeeeeeeeeeeee...
 
 
 
.::. ao pé do ouvidoO Dia Em Que a Terra Parou – Raul Seixas.
posted by Gabí at 03:07 PM | in:
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8/5/2008
Mas a gente cresce.
O Palmeiras foi campeão Paulista 2008, com um senhor resultado e... Só.
Olha a uns 7 anos atrás eu estaria em alpha por causa de mais um título paulista. Ainda mais pelo tempo de ressaca. Mas hoje não, tive meus cinco minutos de animação, levantei do sofá e já nem pensava muito nisso mais. Cheguei em casa dei uma zoadinha no meu pai Segunda Divisão e fui deitar, comer algo e pronto, acabou.
 
Estranho como a gente vai se desligando de coisas que realmente só fazem sentido quando se é adolescente, não de todas é claro, mas de coisas como discussões baratas sobre futebol. Já dei muito pano pra manga com histórias assim. Sabia décor cada jogador contando os reservas. Estava por dentro das contratações do meu time e dos principais rivais, não perdia um jogo e me acabava de ódio, rancor, dor, choro e as vezes alegria, apesar nem o futebol é feito somente de derrotas.
 
Hoje sei que o Denílson – que às vezes chamo de Edilson ou qualquer outro “son” – voltou para se aposentar pelo Palmeiras já que o São Paulo não o quis que o Valdívia é um dos “filha da puta” mais sensacionais que eu já vi e como diria o neto, “Ele é um show à parte!”, que o Marcos é um goleiro do caraleo, mas o Diego tampa fácil, fácil e que com o resto do time misturado pelo Luxemburgo que é outro “filha da puta do caraleo” ganharam o Campeonato Paulista e ... Só.
 
Legal??
Supimpa! Mas se o melhor torcedor levasse consigo 300 mil com certeza eu voltaria a decorar o elenco bem como a cor da cueca que Bertolini usou na final do Paulista de 1920.
 
Diga tchau, Lilica.
 
 
 
 
.::. ao pé do ouvido – Vida que não pára – Odair José por Suzana Flag
posted by Gabí at 03:46 PM | in:
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2/5/2008
Frase do dia
"Se fosse ele, procuraria um psiquiatra e uma religião. Afinal de contas, ele é um homem que tem tudo na vida e não precisava passar por isso."
 
Juliana Ferraz, ex-namorada de Ronaldo. 
posted by Gabí at 08:49 AM | in:
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30/4/2008
Quando acabar o maluco sou eu!
Cada uma que me acontece que se contar quase ninguém acredita, visto que tenho sim uma mente fantasiosa...
Hoje é véspera de feriado e como todo bom assalariado, estou eu aqui trabalhando e me divertindo com as moscas voando em torno... Espera aí, nem mosca vem à advogado em véspera de feriado, contudo, estou eu aqui com mais um dia de ócio a cumprir.
Sem tarefas estava eu passeando pela internet quando entra um ser no escritório:
_ Vou sentar ... Vou sentar aqui só um pouco!
Eu meio que não entendendo:
_ Precisa de algo? Quer falar com quem?
_Nada , nada, vou sentar.
Só sei que a mulher depositou a buzunfa na cadeira e ali ficou. Passado uns 5 minutos ela tira um saquinho da bolsa e coloca ao lado dela. Eu, percebendo pequena modificação, olhei.
_É meu viu, moça.
_Tudo bem! (rs) Você não quer nada? Quer falar com o advogado?
_Não, vou ficar aqui um pouquinho só. Tá. Aqui, sentada, um pouquinho.
_Tudo bem. (rs... rs...)
Durante ao enorme diálogo cercado por um belo entendimento da minha pessoa, ela mexia e revirava a bolsa até achar e retirar uma tesoura lá de dentro, isso mesmo, uma tesoura.
Nessa hora pensei comigo: “Se a separação dela não deu certo o problema não é meu!”.
De repente ela começa a tirar papeis de dentro do saquinho que havia retirado da bolsa e passa a recortá-los. Recortava um e vinha até a minha mesa jogar os restos de papais no lixo – que ressaltando, fica em baixo da minha mesa – e voltava pra cadeira verificando o chão pra ter a certeza de que nenhum pedacinho de papel teria caído. É como se ele tivesse recortando notícias ou sabe-se lá o que. Eu pra facilitar tanto minha vida quanto a dela ofereci o lixo, pra que pudesse ficar do lado dela, mas recusou, falou que não precisa.
E toda vez que ela se levantava com aquela tesoura na mão e vinha em minha direção eu pensava: “É agora, Murphy!
Ela ficou por aqui recortando papeis por uma meia hora. Guardou a tesoura, dobrou os recortes guardou-os no saquinho e este na bolsa, levantou e foi embora. Sem esboçar ao menos um tchau!
Olhei, dei uma risada meio: É cada uma que me acontece e voltei ao ócio.
 
.::. ao pé do ouvido – Porta de Cinema – por Los Hermanos.
posted by Gabí at 04:14 PM | in:
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23/4/2008
Basta um dia...
Como já diria ‘São’ Buarque de Holanda: “Pra mim basta um dia. Só um Belo dia, pois se jura, se esconjura, se ama e se tortura, se tritura, se atura e se cura...
E está ai uma bela poesia.
Na verdade muita coisa pode ser resumida em um belo dia, com pessoas queridas, um lugar distante do tormento da cidade (nunca pensei em dizer isso, mas é “só” um dia)... Um dia que torna todo um fim de semana especial.
 
Matar as saudades, falar abobrinhas e saber como anda a vida de pessoas queridas, bastou somente um dia.
Trocar felicidade, olhares e sorrisos inconfundíveis.
Saber o quanto fomos realmente felizes e ainda somos apesar de tudo que veio com a perda da adolescência.
Ter certeza de como somos indispensável mesmo na distância, do quanto fazemos falta e o mais importante, o quanto essa distância não tem a mínima importância.
Pular na cama...
Cutucar quando se passar por perto...
Bastou um dia... Um dia especial.
Lembrar de coisas engraçadas e das não tão engraçadas assim.
Fazer aquele desabafo e quem sabe até mesmo deixar aquela lágrima presa cair.
Coisas que só pessoas especiais conseguem tirar da gente.
 
Daí eu tenho a absoluta certeza de que existe realmente amizade verdadeira, troca. Pessoas com quem é gostoso sentar num deque à beira de uma represa e ficar quieta, dando risada, falando de coisas e mais coisas que talvez nem fazem muito sentido, porquê o sentido está ali, naquelas pessoas.
 
E estavam realmente todas ali, todas as pessoas que realmente fazem minha vida especial.
 
 
.::. ao pé do ouvido: Muros e Grades – Engenheiros do Hawaii
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16/4/2008
Tá, e daí ?!?!
Tenho tido sonhos estranhos, sabe quando tudo aquilo que você pensa se transforma em “realidade” durante a noite? Vou tomar cuidado para não pensar no Fred Krueger.
Ih, já era.
 
Tem dias que eu realmente me preparo feliz, cantando no banheiro música velha e uns boleros que nem minha mãe sabe a letra. Mas essas mesmas noites a gente nunca sabe como termina. Meu medo é que isso seja o começo de um novelo de lã interminável, daqueles que você puxa a pontinha e parece sair tanta lã que você não sabe como nem onde enrolar mais.
Só sei que tudo isso se torna em sonhos horríveis e confusos que me atormentam durante o dia e voltam pior à noite, uma merda, por que dormir é uma das atividades que mais preso.
 
Daí tem toda aquela conversa que eu também não ando muito bem ultimamente, tristeza que vem sem explicar de onde e o porquê. Conversas cruzadas e pensamentos estranhos. Vez em quando entro numa paranóia dessas. De pensar em coisas incertas que certamente são imaginação de minha mente pouco insana.
 
Ontem tive uma revelação.
Não entendo porra nenhuma de fotografia.
Está ai um assunto pelo qual eu nunca me interessei. Sequer sei o nome de um bom fotógrafo. Pra mim meu professor de fotografia, matéria da qual eu gostava, porém mais pela produção do que pela foto em si, era uma pessoa foda em relação a fotos.
 
Me senti uma merda. Não por muto tempo, mas senti.
 
Sabe, sei me virar em alguns assuntos, meu problema é que olho em volta e vejo que alguém sempre é “perito” em alguma coisa, eu não. Não entendo profundamente sobre porra nenhuma. Somente gosto de alguma coisa.
Não sou Beatles maníaca, mas gosto, e muito dos Beatles. Da loucura libertária do Lennon, do capitalismo do Paul, da adoração à feiúra do Ringo e do meu preferido sem motivos claros, o George gosto dele.
Adoro Chico Buarque, paixão pela voz, pela calma, pela boemia e pelo o “vai se foder”, mas pouco me importo com sua vida ou como sua carreira se desenvolveu em plena “‘guerra’ da puta que o pariu”. Se suas letras falam de alhos ou bugalhos, se ele queria xingar o presidente ou mandar o general, coronel e toda a farsa militar brasileira se danar. Não precisa ser perito para analisar muitas de suas canções, livros e poemas. É pra issop que existe a história do Brasil, não que eu saiba lá muita coisa de história também.
Sou fã do Capitão América, porém pouco me importa se não sei tudo sobre ele, se foi ou se vai. Acontece que gosto, da figura, importante que me deliciei com poucas das histórias que li, do pouco que sei acho do caraleo.
Sempre achei que saber muito de alguém ou alguma coisa me tornaria crítica de mais. Pode ser sim, uma senhora desculpa.
Gosto de Green Day, Doors e Foo Fighters, mas não falaria nada de relevante sobre a carreira e muito menos da essência musical e todo o caraleo que envolve a música como arte. Apenas falaria: Ah, essa é legal eu gosto. Pra mim, que como musicista sou excelente ouvinte, ouço, não maltratou, ta valendo.
Pra mim musica e aquilo que te conduz e te faz cantar com alegria mesmo sem saber a letra. Que te leva a lembrar de coisas boas e marca uma época, um momento especial e só de ouvir um trechinho passando por um bar te vem àquela sensação gostosa sem explicação.
 
E esses são realmente meros exemplos de muita coisa que gosto, ouço, assisto, leio e não sei de nada muita coisa.
Pecado?
Também não acredito mais nisso. Era católica, larguei por conhecer “por dentro” e os fiéis lá fora, mas isso também não significa que conheça muita coisa.
 
Talvez meus “achismos” são mais relevantes que meu conhecimento.
Talvez tudo isso esteja em num patamar de: “Poxa isso é quase ignorância!”
Não que isso vá fazer eu vou correr ao Google e me chafurdar em conhecimentos fanáticos ou fazer com que eu procure entender de tudo um pouco e um pouco de tudo, não, não vou.
Creio preferir minha ignorância.
Creio que me viro até que mais ou menos com as coisas que eu ainda sei sentar pra discutir ou então me engano com isso também e não discuto sinceramente por ser leiga em tudo um pouco e um pouco em tudo.
Ou só esteja mesmo me achando uma merda, como em muitas outras vezes.
Ou precise mesmo é de um golpe de realidade.
Ou então me “manianicar em algo que realmente queira, acontece que não quero!
 
Ah! Que se foda!
Eu gosto de coca-cola, gosto e pronto!
 
.::. ao pé do ouvido – Big Me – Foo Fighters.
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14/4/2008
Vai... Com jeito vai!
posted by Gabí at 03:52 PM | in:
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9/4/2008
No papel... preto no branco.
O sorriso era de felicidade, mas notei que não era uma felicidade dessas comuns que você esbarra por aí, dessas que te fazem compartilhar mesmo de longe. Era uma felicidade de “agora foi a minha vez”.
Conhecendo-a como conheço me espanto com tamanha diferença. Por outro lado conhecendo a história que conheço tão bem quanto a ela talvez seja comum essa reação.
Do outro lado um dia normal, um rosto normal. Nenhuma reação a esboçar, simplesmente mais um dia a menos.
...
Ela, criada para o sonho da família perfeita, ou quase isso. Mãe, pai e filhos como na que ela fora criada. Educada para casa, para ser a mãe que teve e servir a uma família igual a sua.
É piegas, mas já disse alguém que os sonhos são meros sonhos quando sonhados sozinhos.
Acredito haver pessoas que não são feitas para compartilhar, até querem, mas foram feitas para trilhar um caminho a sós. Diferente disso ou sofrem por terem a “obrigação” da família ou fazem sofrer por achar que podem conseguir levar a vida de casado e solteiro ao mesmo tempo. Este é justamente o outro lado da moeda.
Mas o amor tem dessas coisas, junta pessoas contrárias, ou não. Talvez ele não fosse contrário a tudo isso, foi apenas um sonhador. Seu erro foi ser um sonhador eterno. Foi despertar e ver tudo exatamente como ele não havia planejado e ir empurrando, se virando, se endividando e destruindo a si, a sua esposa, a seus filhos.
Egoísmo, talvez.
Só sei que como uma grande bola de neve as coisas teimavam em piorar.
Seus atos ficaram fora de uma realidade.
E suas crianças cresceram, descobriram uma realidade extra-familiar, se envolveram e sofreram, choraram e se acostumaram a dizer: Não há mais jeito. Assumiram “cargos” e abriram mão de muita coisa. “Adoeceram” em seus problemas.
...
Só sei que ontem o sorriso era de felicidade, mas não uma felicidade dessas comuns que você esbarra por aí, dessas que te fazem compartilhar mesmo de longe. Era uma felicidade de “agora foi a minha vez” e do outro lado era só um dia normal, um rosto normal. Nenhuma reação a esboçar, simplesmente mais um dia a menos.
 
 
.::. ...
posted by Gabí at 03:52 PM | in:
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3/4/2008
E a saga continua...
Essa noite eu durmo legal ... CARALEO ... dores no estômago até altas da madrugada.
Mas hoje eu recebo(eria) vou almoçar dignamente ... PUTA QUE O PARIU ... a contabilidade não trouxe o holerite antes do almoço... por tanto!!!
Pelo menos posso ficar no escritório... NÃO ... passaram veneno anti mosquito dengoso, ta insuportável ficar no escritório.
Bem vou bater perna ...  VAI TOMAR NO CU ... começou a chover, depois que eu sai, claro!
 
Está bom pra você, Murphy?!?!
Agora estou molhada, com frio, o cheiro desse veneno não sai, com fome e dor de cabeça.
Mas alguma coisa?!?! Se quiser é só rogar, filho de uma égua.
 
.::. ao pé do ouvido ... Livin' On The Edge _ Aerosmith
posted by Gabí at 12:48 PM | in:
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2/4/2008
_DETALHE_
Acordei às 8:10...
Detalhe: entro no escritório às 8:00.
O ônibus passa bem quando eu saio de casa...
Detalhe: tenho que andar 4 quarteirões pra pegar outro... Detalhe² quando estou a um quarteirão do próximo ponto.. lá se vão mais dois ônibus
Enfim pego o ônibus: “Oh! Um banco, vazio!!”...
Detalhe: sentei sem olhar para o chão que estava todo vomitado.
Tempo de chuva, mas nada dela cair...
Detalhe: esqueci... Basta descer do ônibus para começar a “chuviscar”
Chego as 8:35 no escritório
Detalhe: o patrão que sempre chega as 9:00 chegou as 8:00
Mas “tuuuudo bem” daqui a pouco é meio dia
Detalhe: sem dinheiro pro almoço.
 
Em nome do humor de Murphy e seu Espírito de Porco!
 
.::. ao pé do ouvido ... Até o Fim – Chico Buarque (não estou ouvindo, mas seria uma excelente trilha)
posted by Gabí at 10:03 AM | in:
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